Sábado, 11 de Julho de 2009

New York Times website Patient Voices Feature on Lupus

"The New York Times website is featuring the stories of lupus patients from across the country as part of their Patient Voices series. With the use of audio interviews and photos, Patient Voices seeks to give a glimpse into the life of someone living with lupus. The stories featured are as diverse as the disease itself, and include actress/model Tomiko Fraser Hines, who lost her sister to lupus, and Jeremy Margolis, who recently suffered a heart attack resulting from lupus complications.

The LFA would like to thank the participants for having the courage to share their stories, and believe they will not only help raise awareness, but also educate the public about a disease that is often misunderstood and underappreciated. We encourage you to listen to the stories, and hope you will share this exciting piece with friends and family."

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Síndrome hemofagocítico

"El síndrome hemofagocítico se caracteriza por la infiltración benigna de histiocitos hemofagocíticos en médula ósea y en otros órganos, como ganglios linfáticos, hígado y bazo. Fue descrito en 1979 por Risdall et al7 como una entidad benigna asociada a infección viral y distinta de la histiocitosis. Clínicamente se caracteriza por la aparición de fiebre, citopenias, hepatoesplenomegalia y elevación de las enzimas hepáticas, la ferritina y los triglicéridos. Pueden presentarse coagulopatía y, más raramente, afección cardiopulmonar.

No se conoce con exactitud la patogenia de este trastorno. Se cree que algún factor inductor de la fagocitosis o las linfocinas estimuladoras de los macrófagos podrían ser causa de la hiperactividad de los histiocitos.

Se ha descrito una forma familiar, así como asociados a infecciones, especialmente en pacientes inmunodeficientes, neoplasias (sobre todo linfomas), reacciones alérgicas severas y enfermedades autoinmunitarias8-10. El tratamiento consiste en aplicar el más adecuado a la enfermedad subyacente, ya sea infecciosa, neoplásica o autoinmunitaria.

Los primeros casos de asociación con lupus son los de Wong et al11 en 1991, que cursaron de forma similar a los no relacionados con LES.

Afección inusual del aparato respiratorio

Con frecuencia se ve implicado el aparato respiratorio en pacientes con lupus, y puede afectarse cualquier componente: pleura, parénquima pulmonar, vasculatura o músculos respiratorios. Algunas series señalan que hasta un 80% de los pacientes tienen en algún momento de su enfermedad afección respiratoria, más frecuentemente pleuritis12,13. Una rara y poco conocida forma de afección del aparato respiratorio es el síndrome del pulmón encogido, descrito por Hoffbrand et al14 en 1965, cuya etiología permanece sin esclarecer. En algunos casos se ha implicado una disfunción primaria diafragmática, mientras que otras indican restricción de la pared torácica por alteración pleural o por afección del nervio frénico15,16. El cuadro clínico es sugestivo; debe sospecharse en pacientes con disnea progresiva, asociada con frecuencia a dolor pleurítico. A la exploración destaca respiración rápida y superficial con disminución del murmullo vesicular. La exploración funcional respiratoria demuestra patrón restrictivo y disminución de la distensibilidad, mientras que la capacidad de difusión permanece normal. La radiografía de tórax evidencia disminución del volumen pulmonar de grado variable."

Sábado, 4 de Julho de 2009

Nefropatia Lúpica #5

Tratamentos e Prognósticos

"O prognóstico da nefrite lúpica é analisado com mais uma variável do que o prognóstico global: a perda do rim, sem perda de vida. A sua evolução clínica tem melhorado com a melhor utilização das drogas imunossupressoras. Actualmente, na maioria dos doentes, há uma boa resposta inicial, a que se segue uma fase de quiescência da qual podem surgir surtos de agravamento. Outras vezes, os agravamentos aparecem com a redução das doses de imunossupressão abaixo de um determinado nível. Estes comportamentos diversos dependem mais da duração e da intensidade da imunossupressão do que da gravidade da doença.

O tratamento tem duas fases: a indução e a manutenção. A preocupação da primeira fase é o tratamento da doença severa que ameaça a vida; o objectivo da segunda é prevenir as recaídas com a precaução de controlar o aparecimento dos efeitos colaterais dos fármacos imunossupressores.

Todas as formas de nefrite lúpica em algum ponto da sua evolução são medicadas. Não se sabe se as formas mais ligeiras beneficiam destes fármacos, porque nunca foi feito o estudo comprovativo. As classes mais polémicas em relação a este ponto são a II e a V. Independentemente da corticoterapia, alguns resolveriam e outros evoluiriam para a insuficiência renal avançada espontaneamente. As formas mais graves (classes III e IV) são aquelas em que está provada a utilidade do tratamento.

O tratamento standard é a corticoterapia. O habitual é iniciar a indução com bolus de metilprednisolona endovenosa (500mg a 1g), seguindo-se prednisolona 60mg/kg oral. Posteriormente, após a resolução da crise aguda, inicia-se a redução lenta até ao nível em que não há sintomas. Há outras drogas imunossupressoras indicadas para o lúpus. A ciclofosfamida é a mais bem estudada. Os seus efeitos secundários principais são a leucopenia e o consequente risco de infecção. Por isso, há esquemas que permitem a redução da dose, minorando os seus efeitos secundários. Outras drogas que também estão estudadas são a azatioprina, o micofenolato de mofetil, a ciclosporina e o clorambucil, mas nenhuma delas ganhou definitivamente o seu lugar."

Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Acompanhamento...

"Cá estou eu novamente.

Já fez um mês e uma semana que estou a trabalhar, mas não ando muito satisfeita. Continuo sem computador para trabalhar, ando sempre a saltar de um lado para o outro para encontrar um disponivel para fazer o que necessito.

Não sei trabalhar assim, habituada a ter um computador só para mim e ter as coisas controladas, não dá gosto trabalhar, e não me sinto muito motivada para o fazer. Tenho alturas que me dá a sensação que ando aqui a tapar buracos. Isto é mais um desabafo que outra coisa, espero que esta situação melhore muito breve.

Mas por vezes penso que seria melhor ter ficado em casa, estava bem melhor a cuidar das minhas filhas e do meu marido e claro da lida de casa, levando tudo com calma e sem stress.
Por outro lado, sinto-me bem mas as dores na coluna na parte lombar já voltaram, pois o efeito das injecções de cortisona já passaram. Tenho dias que chego a casa exausta, com dores, mas mesmo assim faço as refeições e cuido da casa e das miúdas dentro dos possiveis, tento e não me quero deixar vencer pelas dores e pelo cansaço que trago.Continuo a deixar tudo preparado de um dia para o outro como sempre fiz, a mesa posta para o pequeno-almoço, roupas colocadas para nós os quatro para o dia seguinte e se precisar de passar a ferro alguma peça de roupa também o faço.Então sim, depois deito-me para descansar mas sempre com a minha filha mais nova atrás de mim, pois à hora de ir para a cama quer que eu vá com ela até ela a adormecer.

Voltarei em breve para dar mais noticias.
Espero que estejam todos bem, dentro dos possives.
Beijinhos para todos os que visitam o nosso blogue."

Sábado, 27 de Junho de 2009

Lupus Foundation Of America Seeks Proposals For Research Studies On Childhood Lupus And Stem Cell Transplantation

The Lupus Foundation of America (LFA) is seeking proposals for grant funding for research studies on lupus, an unpredictable and potentially fatal autoimmune disease. Grants will support areas of study in pediatric lupus and adult stem cell transplantation. The purposes of the studies are to advance adult stem cell transplantation research in humans as a treatment for lupus and address key understanding of pediatric/adolescent lupus research issues...

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Relato de Adriana

Adriana faz o seu relato, tem 36 anos, e vive no Rio de Janeiro.

" Meu nome é Adriana, tenho 36 anos, sou noiva, moro no Rio de Janeiro.

Minha caminhada se inicia ainda na infância, quando eu apresentava quadro de inflamação de garganta e febre com muita frequência, sentia muitas dores nas articulações e era muito magrinha, meu pai me levou a vários pediatras até que um deles diagnosticou Febre Reumatica. Fiz uso de Benzentacil 1.200.000 durante muitos anos. Tinha períodos que tomava uma injeção por dia durante uma semana, depois uma a cada semana, depois quinzenalmente e mensalmente quando o quadro se estabilizava.

Quando estava estável a pediatra fazia um intervalo e eu ficava um certo tempo sem tomar a injeção, mas fazendo exames de sangue periodicamente para acompanhar, ai quando apresentava alteração retornava com a medicação, fiquei assim durante anos.Quando passei da idade de acompanhamento pediátrico que a médica fez até eu completar 13 anos, parei o tratamento.

Voltei a ter problemas mas não acertava com nenhum médico, até que se cogitou a possibilidade de um comprometimento da minha válvula mitral (Coração), passei então a tratar com um cardiologista que avaliou e disse que eu não tinha nenhum tipo de problema no coração, mas ele se prontificou a continuar tratando da minha febre reumática e novamente voltei tomar benzentacil, só que uma por mês.

Por motivos financeiros tive que interromper o tratamento, porque o médico era particular. Fiquei sem acompanhamento médico adequado durante um longo período, fazendo somente tratamento paleativo. Em Outubro/1995, acabei adoecendo seriamente, desenvolvi quadro de depressão, com muita febre, minhas juntas incharam tanto que eu não conseguia calçar sapatos e nem ficar em pé. Fui levada para um pronto socorro, me medicaram e me mandaram para casa e orietaram a fazer uma consulta com um médico no ambulatório. Fui a consulta no dia marcado, o médico avaliou e me internou na hora. Ainda não sabia dizer o diagnostico, passei por diversos especialistas até que um dos médicos sugeriu que se fizesse um exame para avaliar a atividade reumática. Tomei antibióticos pesados e fui melhorando. Saiu o resultado, diagnóstico: febre reumática reativada. Não tive escolha e retomei o tratamento ambulatorial com reumatologista, tomando benzentacil uma vez por mês.

Tempos depois troquei de médico novamente, pois o que eu fazia tratamento era muito longe da minha casa, e passei a fazer acompanhamento em um Posto de Saúde no bairro onde resido, lá o médico solicitou novos exames até chegar a um novo diagnóstico o de Artrite Reumatóide. Mudei novamente de medicação. Passei um período difícil porque o nível de estresse que eu sofria no meu trabalho na época era muito alto, e eu piorava a cada dia até que não aguentei mais. Como já tinha direito a férias, me concederam antecipadamente por eu não ter mais condições físicas e psicológicas para trabalhar, já estava em depressão grave. As dores eram cada vez mais fortes nas juntas, estava sempre com febre muito alta e já apresentava dificuldade para andar. Sentia também muita dor na região pulmonar(já estava com derrame pleural e eu não sabia). Passei por várias emergências, até que meu pai que tinha conhecimento no Hospital Universitário Pedro Ernesto me levou pra lá arrastada, pois eu andava com muita dificuldade e a febre já passava dos 40º, para tentar uma internação. Só que havia um problema: tinham 3 pacientes para uma vaga. Foi feita uma junta médica para decidir qual dos 3 pacientes ficaria com vaga, esta é a realidade do serviço de saúde público. Graças ao bom e maravilhoso Deus eu fiquei com a vaga mas, lamentei por saber que haviam pessoas que necessitavam da mesma forma que eu e não haviam conseguido. Isto aconteceu exatamente no dia 30/09/1998.

Entrei numa crise violenta que quase me levou a morte, não me alimentava mais porque não tinha vontade, perdi toda a vontade de viver só pedia a Deus que me levasse logo pois o sofrimento era muito grande, não só pra mim mas, especialmente para minha família que sofria junto comigo cada vez que meu quadro se agravava, nem mesmo os médicos acreditavam na minha recuperação pois ninguém descobria o que eu tinha realmente, fiz todos os tipos de exames que existiam naquela época, RX, Tomografia, exames de sangue de todo tipo, tirei água da pleura, Ecocardiogramas, ecocardiograma transofágico e até exame para HIV pois eles, os médicos, já não sabiam o que fazer comigo. Foi então que tive a minha 1ª Parada Cardiorespiratória ainda na enfermaria, apaguei, fui entubada ali mesmo. Aguardei ali na enfermaria entubada e em coma durante 1 semana uma vaga no CTI. Fiquei internada por três meses, sendo que destes três meses foram 45 dias no CTI, entubada e em coma induzido. Nesse período tive pneumonia, derrame pleural, depressão severa, 5 paradas cardiorrespiratórias, além de problemas com os rins, miocardite, febre acima de 40 graus, e diversos tipos de ites que só lendo meu prontuário atualmente com 6 volumes para saber....Foi então que fizeram o diagnótico de lúpus eritematoso sistêmico.

Até que um dia recebi a graça de ressurgir, um verdadeiro milagre de Deus segundo os próprios médicos que não acreditavam que eu sobreviveria e já haviam preparado minha família para o pior. Mas despertei e fui melhorando dia após dia, e com isso os profissionais se empenhavam cada vez mais em me ajudar a ficar bem, médicos, fisioterapeutas, psicólogos e psiquiatras, ainda mais que já tinham o diagnóstico definitivo. Até que consegui sair do respirador e pude ser encaminhada para a enfermaria, onde fiquei até ganhar um pouco de peso e me livrar da infecção que havia pego no CTI, uma bactéria chamada Marza, tomei antibióticos fiz novos exames até dar negativo para infecção, e aí finalmente recebi alta e voltei para casa em Janeiro de 1999.Quando saí do hospital pesava 33 kg. Fiquei fazendo acompanhamento ambulatorial no serviço de reumatologia e nutrição do hospital até estabilizar, e graças a Deus consegui. Fiquei estável até o ano de 2004. Em Setembro deste mesmo ano, perdi meu amado e amigo pai uma dor que não existe palavras para explicar.

Devido a perda de meu pai, minha mãe adoeceu, meu irmão que é especial e tem epilepsia passou a ter crises diárias, minha irmã ficou deprimiu e eu fui suportando calada. Sem falar na dificuldade financeira que enfrentamos no mesmo período, mas quando tudo começava a se estabilizar, comecei a apresentar sinais de atividade do lúpus, entrei de licença médica para tratamento.

Em 2007 tive que fazer uma cirurgia de emergência para a retirada de um mioma de 13cm com 390g, que estava pressionando meus ureteres e eu não conseguia urinar, o que estava me levando a desenvolver uma Hidronefrose. Fiz a miomectomia, correu tudo bem graças a Deus.Quando eu iria completar 6 meses de operada tive minha primeira crise de hérnia de disco na coluna lombar, fui internada por 24 horas me medicaram e me mandaram pra casa, fiquei sem andar durante uma semana. Voltei a andar aos poucos com certa dificuldade e sempre amparada por alguém. Depois de passar por especialistas, e realizar alguns exames descobri que estava com herniopatia lombar e cervical.

Começou uma nova luta para tratar as hérnias, os médicos tinham receio pois eu estava com o LES ainda em atividade, fiz diversos tratamentos paleativos, isso durante 1 ano e 2 meses até ficar totalmente impossibilitada de andar, as dores eram tão fortes que cheguei ao ponto de tomar morfina. Neste período tive que fazer uma ressonância magnética de urgência e assim que estava com o resultado fomos, eu e meu noivo, para o hospital para passar pelo neurocirurgião que me internou na hora e fui operada 6 dias depois. Esta cirurgia ocorreu em Outubro de 2008.Novamente no início do ano de 2009, voltei a sentir dores fortes na coluna lombar desta vez irradiando para o lado direito, pois antes era do lado esquerdo. Voltei para revisão com o neurocirurgião que me examinou e orientou a continuar com a fisioterapia, passou anti-inflamatórios e analgésicos, só que, como sou portadora de lúpus e nefrite classe III e ambos ainda estão em atividade meu reumatologista proibiu o uso de anti-inflamatórios para preservar meus rins, fiquei somente com os analgésicos.

O neurocirurgião solicitou uma nova ressonância para nova avaliação. Realizada a ressonância e já com o resultado em mãos levei para a consulta no ambulatório de neurocirurgia, já andava novamente com dificuldades devido a intensidade das dores e os analgésicos não apresentavam efeito algum, apesar disso me mantive de pé suportando a dor. Quando o médico viu minha ressonância, ficou assustado porque eu havia desenvolvido outra hérnia extrusa que irradiava para a perna direita e era maior do que aquela que eu havia retirado, e mais ainda pelo fato de estar andando ainda, pois pelo tamanho da hérnia já era para eu estar na cama, isto o deixou impressionado e muito preocupado haja vista o tempo de intervá-lo da cirurgia anterior. Isso aconteceu em abril/09.

Imediatamente ele quis me internar porém como sou lúpica e tenho nefrite em atividade, ele achou melhor o serviço de reumatologia me avaliar primeiro e fazer o risco cirúrgico dando o ok para a nova cirurgia que segundo ele, no meu caso, seria a única solução já que não posso fazer uso de anti-inflamatórios.

Passei pela avaliação da reumatologia e embora a nefrite ainda estivesse em atividade e eu apresentar um pouco de anemia, eles deram o ok levando em consideração a necessidade e a urgência na realização desta nova intervenção cirúrgica.

Sendo assim, no dia 04/05/09 me internei para realizar o procedimento, fiz todos os exames complementares necessários e fiquei aguardando uma oportunidade para fazer a cirurgia, pois havia reuniões entre os profissionais para avaliar todos os casos e verificar a prioridade de cada um.

No dia 19/05/09 chegou a minha vez, graças à Deus. Fiz a cirurgia foi um pouco demorada mas, um sucesso. Hoje estou me recuperando, sem dores, sem análgesicos, um alívio que não encontro palavras para expressar. Retornei a fisioterapia para auxiliar e complementar minha recuperação, que tem sido muito boa. Agora irei retornar para nova consulta em setembro/09, levando ressonância e eletroneuromiografia para tratar da coluna cervical e do problema que atinge meu braço e mão direito, que me causam inumeras limitações.Atualmente além do acompanhamento com reumatogista e neurocirurgião, também faço fisioterapia, terapia com psicólogo, tratamento psiquiatrico pois estou com depressão grave e trantorno conversivo.
Apesar de tudo isso, considero-me uma pessoa abençoada, pois Deus me deu uma nova oportunidade de vida, tenho muita Fé, tenho uma vida pela frente, tenho uma família que me apoia sempre, um homem que me ama de verdade e que enfrentou boa parte destes problemas junto comigo, acredito que tudo é possível na vida de um ser humano, desde que ele acredite nisso e também acredite que existe um Deus Todo Poderoso, que sempre está no comando de tudo. E o que acontece em nossas vidas não é por acaso tudo tem um porque, mas nem sempre conseguimos enxergar isso, às vezes demoramos muito para compreender.

Eu creio em Deus, que é o Deus do impossível, e que o tempo dele é diferente do nosso portanto, é preciso ter paciência, acreditar sempre e ter Muita Fé. Creio em Jesus Cristo, creio no Espírito Santo e nas Escrituras Sagradas.

Um dia tudo vai passar, não haverá mais sofrimento, nem dor, nem violência. Acredito que Deus está preparando um mundo muito melhor onde viveremos como irmãos de verdade, amando uns aos outros sem distinção, somente espero ser digna e merecedora de fazer parte dos escolhidos Dele (Deus) para viver neste novo mundo, assim também como espero que todos que amo e também aqueles que já partiram possam receber esta graça maravilhosa.

Amigos, que Deus abençoe à todos vocês sempre!!!!

Nunca desistam de lutar pois para Deus nada é impossível, e sempre existe a chance de superar nossas dificuldades por piores que nos pareçam ser.

Acredite: eu posso, você pode e nós podemos! É preciso ter Fé e cooperar com os médicos e com os tratamentos que precisamos fazer, seguindo as orientações que nos são fornecidas.É preciso se ajudar para ser ajudado.

A vida é única e preciosa, uma veidadeira benção que Deus nos concedeu, precisamos cuidar dela da melhor maneira possível, sem cometer excessos e respeitando os limites que às vezes nos são impostos.

É possível viver bem, e ser feliz.

Um forte abraço! Que Deus abençoe a todos vocês.

E lembre-se: Haja o que houver, não desista nunca!!!

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Nefropatia Lúpica #4

Diagnósticos

Para além dos exames da função renal e das análises da urina, a biopsia renal é o exame de eleição para estabelecer a forma de atingimento renal e, por consequência, o prognóstico do doente. É, por isso, uma situação em que a biopsia tem sempre indicação. Assim, a OMS tem uma classificação baseada na microscopia óptica que, na sua revisão de 2003, divide os doentes em 6 classes:

• Classe I (lesões mínimas), presente em menos de 5% dos doentes;

• Classe II (proliferação mesangial pura), presente em 10 a 25%;

• Classe III (proliferação segmentar e focal), em 20 a 35%;

• Classe IV (proliferação difusa), em 35 a 60%;

• Classe V (membranosa), em 10 a 15%;

• Classe VI (esclerose difusa), que corresponde à insuficiência renal crónica irreversível, em 8 a 15% dos doentes.