quinta-feira, 14 de julho de 2011

Marta espera pelo segundo transplante

segunda-feira, 4 de julho de 2011

NOTÍCIAS SOBRE CABELO

Doenças auto-imunes relacionadas com a queda de cabelo

Quando a maioria das pessoas pensa em perda de cabelo, Alopecia Areata é geralmente a primeira coisa que vem à sua mente. Esta é uma doença auto-imune e pode afectar qualquer pessoa. Tornou-se conhecida por fazer com que a princesa Carolina do Mónaco perdesse temporariamente o cabelo. Há alguma controvérsia sobre o que realmente provoca a Alopecia Areata. A maioria concorda que é auto-imune na natureza mas alguns acreditam que é agravado pelo stress, alergias ou vírus. O Lupus é talvez a segunda doença auto-imune conhecida por causar problemas de cabelo. Muitas vezes, pessoas com essa doença sofrem uma erupção que pode afetar o couro cabeludo e causar cicatrizes que pode levar à perda de cabelo temporária ou permanente. Na verdade, quase qualquer desordem que tem um componente auto-imune podem afetar o cabelo ou causar desbaste, derramamento ou perda. Isso inclui coisas como a artrite reumatóide, a cistite intestinal e fibromialgia, (embora nem todos concordam que estes dois se enquadram nesta categoria) síndrome, doença celíaca, e de Guillain-Barré, para citar apenas alguns. É importante ter uma dieta equilibrada, com os nutrientes essenciais para o cabelo, como o zinco e vitamina B. Encontrar formas naturais para voltar a ter um couro cabeludo saudável, pode ajudar a reduzir a inflamação, estimulando o crescimento do cabelo mais forte.

Fonte:
http://www.viviscal.pt/newsdetails/105/sa%C3%BAde-dos-cabelos/doen%C3%A7as-auto-imunes-relacionadas-com-a-queda-de-cabelo

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Avanço na medicina através do tratamento com células-tronco adultas revoluciona a ortopedia

Estudos científicos comprovam resultados expressivos na aplicação de células-tronco adultas mesenquimais no tratamento de várias doenças como lúpus, AVC, Parkinson, infarto e disfunção do miocárdio, entre outros. Agora, a medicina celular chega com força total nas pesquisas ortopédicas e hoje, certamente, pode-se esperar um novo tipo de medicina neste século. Uma das maiores autoridades no assunto, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor técnico-científico do laboratório Excellion, Dr. Radovan Borojevic convidou o ortopedista e pesquisador Dr. Carlos Henrique Bittencourt, precursor dos estudos e aplicações em PRP (Plasma Rico em Plaquetas), hoje sucesso absoluto no país, a ser o coordenador da Excellion nas pesquisas e aplicações de células tronco adultas no campo ortopédico...

Fonte:
http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=162840

terça-feira, 21 de junho de 2011

Relato de Raquel Freitas

Raquel faz o seu relato, tem 31 anos, e vive em Aveiro.

Um dia acordei como outro dia qualquer para ir à casa de banho e ao sair desmaiei batendo com a cabeça na porta, tal barulho que fez acordar a minha mãe e a minha irmã.
O que seria de esperar ser um dia normal deixou de ser nesse dia…
Tiveram que chamar a ambulância porque os desmaios eram constantes e cheguei ao ponto de começar a enrolar a língua o que me assustou muito ao ponto de pensar que ia morrer.
Dei entrada no hospital tinha eu 20 anos. Lembro-me de me levarem para uma sala cheia de equipamentos e de a médica dizer que eu estava com a pulsação de um passarinho. Nunca mais me esqueço desta frase…
Estive internada uma semana com febres altas e vómitos e tive alta com um diagnóstico de vírus gripal.
A partir desta altura nunca mais fui a mesma. Aquela rapariga que tinha uma vida saudável, que só tinha aquelas constipações, gripes que as pessoas habitualmente têm deixou de existir e passou a ser uma pessoa que tinha dores articulares nas mãos, joelhos e pés principalmente, ao ponto de não me conseguir vestir, tomar banho, ...
Tarefas banais que qualquer pessoa seria capaz de fazer eu não conseguia, tinha que ter a ajuda da minha mãe.
Nessa altura encontrava-me a trabalhar e tive que deixar de trabalhar pois não queriam uma pessoa que estava sempre a pôr baixa atrás de baixa.
Na altura a minha encarregada disse-me: “ Eu renovo-te o contrato se prometeres que não faltas mais.” Ao qual respondi que não podia prometer uma coisa que não sei se iria cumprir pois não dependia da minha vontade.
Fui acompanhada por um reumatologista, o qual me diagnosticou artrite reumatóide e me medicou para tal.
Andei a ser medicada para a artrite reumatóide durante três anos, nos quais não tive grandes melhoras, pois as dores continuavam a persistir e o inchaço também.
As minhas consultas eram muito rápidas. O médico pedia para mostrar as minhas mãos e quando as via dizia que estavam sequinhas, o que para ele era óptimo. Eu continuava com a medicação, sem ver sucessos que ele teimava em ver e o qual eu não sentia.
Tentei outros médicos, os resultados eram iguais, nada de melhoras.
Depois de ter ido a vários médicos e experimentado vários medicamentos, surgiram-me feridas nas orelhas e nas pontas dos dedos das mãos e pés.
Foi o melhor que me podia ter acontecido, acreditem! Já vão perceber o porquê.
Fui para o Hospital de Aveiro, no qual os médicos não chegaram a nenhuma conclusão e tiveram a brilhante ideia de me mandarem para os Hospitais da Universidade de Coimbra, para a Dermatologia.
Aos 23 anos de idade fui novamente internada, mas desta vez nos Hospitais da Universidade de Coimbra, em Dermatologia, no qual estive 20 dias internada.
Neste espaço de tempo fizeram-me uma biopsia na pele, a qual me permitiu saber que na realidade eu tinha Lúpus Eritematoso Sistémico.
Fui logo orientada para o serviço de Reumatologia, no qual fui novamente internada para fazer uma biopsia renal.
Para mim era tudo uma novidade, pois não conhecia esta doença, ainda estava iludida e completamente desorientada com tudo o que me estava a acontecer. Mas esta ilusão terminou quando me vieram falar sobre o resultado da biopsia renal.
Eu estava com uma glomerulonefrite de classe IV, o qual teria que ser tratado o mais urgente possível pois estava sujeita a ter que fazer hemodiálise.
A partir deste momento tive que fazer tratamentos de ciclofosfamida todos os meses e fazer a medicação diariamente.
Este período dos tratamentos foram os piores momentos que passei pois após o tratamento eu ficava muito agoniada, mal disposta, mal-humorada. Mas a minha mãe teve uma paciência enorme para me aturar e dava-me uma maçãzinha assada que fazia milagres!
O meu corpo alterou completamente ao ponto de ficar irreconhecível pois fiquei completamente opada, principalmente na cara. Nesta altura nem me olhava ao espelho e as pessoas que eu conhecia passavam por mim e não me conheciam.
Durante esta fase da minha vida tirei a minha licenciatura, tendo tido um grande apoio dos meus colegas e professores, aos quais tenho muito que agradecer.
Quanto à minha família, tive um grande apoio por parte da minha mãe e de uma tia. O resto da minha família nunca entendeu muito bem a minha doença, dizendo que eu me dava muito à doença e que me estava sempre a queixar, o que eu lamento e entristece-me.
Actualmente, sou seguida pelo Dr. Luis Inês, nos Hospitais da Universidade de Coimbra, serviço de Reumatologia e estou numa fase estável, já tendo terminado os tratamentos de ciclofosfamida, estando os rins normalizados. Faço medicação diariamente: lepicortinolo 7,5 mg, plaquinol 1 e ½ alternadamente e o cipralex.
A minha vida também agora está normalizada, encontrando-me a trabalhar, sem ter crises, só apenas cansaço.
O meu conselho para quem tenha a mesma doença aqui deixo uma frase que acho q diz tudo: "Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas apesar de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional." (Agatha Christie)
Esta frase diz muito de mim, do que eu sou...

Bjinhos a todos
Força

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Lúpus tem poder destrutivo sobre a carreira do paciente

O primeiro ano após o diagnóstico do lúpus é um momento-chave para ajudar os pacientes a permanecerem em seus empregos.

Fonte:
http://bagarai.com.br/lupus-tem-poder-destrutivo-sobre-a-carreira-do-paciente.html